quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

A importância de deixar que as crianças encontrem o seu próprio caminho.


Ensinar às crianças como pensar e não o que pensar, é o que nos ensina este pequeno filme da Pixar.
A autodeterminação é a garantia de que seremos nós próprios os protagonistas das nossas vidas. Poderemos enganar-nos. De facto, é muito provável que o façamos, mas aprenderemos com o erro e seguiremos em frente, enriquecendo o nosso kit de ferramentas para a vida.




LA LUNA - Uma história empolgante.


Mais singelo é impossível: temos um barco com três pessoas. Um senhor de idade, um adulto e uma criança. O começo já dá o tom da história, ainda que algumas belas surpresas estejam guardadas. Tanto o idoso como o adulto usam bonés e a criança recebe o seu primeiro. É sinal de sua iniciação nos negócios dos adultos, mas também é o primeiro motivo de discórdia, já que um acha que o boné tem que ser usado baixo, enquanto o outro, alto.
E assim vai seguindo a bela narrativa, com o menino ora imitando os trejeitos daquele que se presume ser o pai, ora o do pretenso avô. Mas quando um problema surge, e nem os métodos dos dois mais experientes conseguem resolvê-lo, é a inocência e criatividade da criança que irá abrir caminho (ao mesmo tempo em que descobre que o engraçado é usar o boné virado para trás).



A este propósito leia aqui o artigo.


Os melhores livros infantis do ano 2016.


2016 foi rico em histórias bem ilustradas para crianças.







Veja aqui a ligação para a seleção feita pelo Observador.


sábado, 3 de dezembro de 2016

Era uma vez... Um livro para as crianças que não vêem.


A Associação Nacional de Intervenção Precoce lançou o primeiro livro multissensorial. A expectativa é que haja uma segunda edição, mas para isso é preciso financiamento.

"O papel ganha vida e formas. A conversa sai das folhas para as mãos. É assim que o primeiro livro multissensorial consegue dar às crianças com deficiência visual que não saibam ler em braille a oportunidade de conhecer a história que nestas páginas é contada. Chama-se O que vês, o que vejo… e foi lançado no mês passado, pela Associação Nacional de Intervenção Precoce (ANIP). Foi produzido pela editora francesa Les Doigts Qui Rêvent, que trabalha na produção de livros tácteis deste género. Este é o primeiro a chegar a Portugal.




O financiamento para este projeto chegou através do Prémio BPI Capacitar ao qual o Centro de Apoio à Intervenção Precoce na Deficiência Visual, que é uma das estruturas desta associação, se candidatou em 2014. Receberam uma menção honrosa que lhes permitiu criar a Oficina de Literacia Emergente para a Cegueira, onde a associação tinha “um orçamento limitado”, que “nem foi suficiente” para cobrir a produção."



Leia o artigo aqui.


domingo, 27 de novembro de 2016

Children’s mental health: One of the most pressing issues of our time.




"More than 850,000 children and young people have been diagnosed with mental health problems in the UK, and how many more have had no formal diagnosis but still suffer, often in silence unwilling to share their despair?

Children’s mental health is one of the most pressing issues of our time. We can either acknowledge it and act, or we can let down and betray an entire generation. And that would be unforgivable."


Para mais informação visite aqui.


domingo, 20 de novembro de 2016

SIMPLIFYING CHILDHOOD MAY PROTECT AGAINST MENTAL HEALTH ISSUES.






"We legislate car seats, bike helmets and hover in playgrounds. But protecting mental health is more obscure.

But, sadly, we are messing up. Modern day children are exposed to a constant flood of information which they can’t process or rationalise. They’re growing up faster as we put them into adult roles and increase our expectations of them. So, they look for other aspects of their life they can control."


Leia o artigo aqui.

PLANEAMENTO DE REFEIÇÕES VEGETARIANAS PARA CRIANÇAS EM RESTAURAÇÃO COLETIVA: PRINCÍPIOS BASE.




"O nosso sistema alimentar, em particular, o sistema da restauração coletiva tem adiado a introdução de refeições com mais vegetais e em particular de refeições vegetarianas. Muitas vezes, por recear as dificuldades de gestão ou os eventuais aumentos de custo com este tipo de refeições.
É esta falta de informação que este documento técnico vem preencher. Dando resposta a um dos objetivos do PNPAS, reunimos profissionais de saúde com experiência técnica e de gestão, e lançamos o repto de produzir conhecimento, capaz de ajudar à tomada de decisão, desmistificando a ideia de que comer vegetariano é mais caro e difícil do que produzir refeições convencionais com carne ou peixe. A DGS e o PNPAS promovem um modelo de consumo alimentar tendo por base a Roda dos Alimentos, com a presença maioritária de vegetais como hortícolas, frutos, cereais e leguminosas no dia-a-dia. Neste modelo incluem-se também os ovos, carne e peixe, embora em pequenas quantidades, tal como é apanágio do consumo tradicional do mediterrâneo."
Veja a ligação para o blog "Nutrimento" aqui.
Leia o documento aqui ou abaixo:



sábado, 19 de novembro de 2016

As crianças devem ser ensinadas a pensar...





O desenho faz a criança conhecer os seus próprios sentimentos.






‘Lets face it, keeping children sedentary for most of their waking hours is causing harm.’





"Lets face it, keeping children sedentary for most of their waking hours is causing harm. Think of the percentage of time children are found sitting in chairs doing classwork, homework, and being driven from one activity to the next. When they do have free play, their movement experiences are significantly limited. We say things like, “Get down from there, you are going to get hurt.” And, “Stop spinning, you are going to get dizzy.” We keep children in an upright position for the majority of their day. This does little to stimulate and challenge the senses. Its no wonder our kids are fidgeting like crazy, crying at the drop of a hat and slumping over their desks like rag dolls."

Leia o artigo aqui.


O tempo dos pequenos prisioneiros.



"Nada mais definidor da infância do que o brincar e, no entanto, nada menos preponderante na infância destes dias, escolarizada até ao tutano, compartimentada em atividades sempre organizadas pelo adulto, em casa sujeita ao regime de trabalhos de casa-TV-telemóvel-tablet antes de deitar e, de manhã, começar tudo de novo."

"“Temos uma criança mais centrada nos dedos do que na locomoção, que é corporalmente passiva e sofre de iliteracia motora”, diz Carlos Neto, investigador da Faculdade de Motricidade Humana. A estudar este assunto há duas décadas, não constitui para ele novidade que as crianças de hoje sejam mais frágeis, mais imaturas e menos capazes de se controlar e autorregular. “As crianças são dotadas para brincar, é o seu estado natural. Precisam de ser perseguidas, de perseguir, lutar, correr, esconder-se, inventar. E a sociedade faz um esforço para as ter quietas e em silêncio”, comenta o especialista. Num quadro de quase permanente institucionalização, em que os mais novos passam na escola quase tantas horas diárias quanto um adulto no trabalho — de 27,5 a 30 horas semanais nos 1º e 2º ano do 1º ciclo e até 32,5 horas no 3º e 4º ano —, a configuração do seu tempo livre nesse espaço revela-se determinante. E a escola “ainda trata o recreio como algo avulso ao processo de ensino”, sem perceber que “o tempo para brincar deve ser bem estruturado e encarado como um contributo para se aprender dentro da sala de aula”.

No jardim de infância a situação é semelhante. Em Portugal, de fevereiro a maio — a estação invernal — as crianças passam apenas uma média de 10,8% do seu tempo em espaço exteriores, mais apetecíveis para a brincadeira livre. Este é um dos dados que constam do estudo “Interação Criança-Espaço Exterior em Jardim de Infância”, da autoria de Aida Figueiredo. A professora da Universidade de Aveiro concluiu ainda que, nas creches observadas, os bebés com menos de um ano só saíram ao exterior duas vezes em quatro meses. O estudo serve também para comparar realidades educativas opostas: se na Noruega, por exemplo, são exigidos entre 24,2 e 33 m2 por criança, em Portugal apenas são previstos 4 m2 por criança."

Veja o artigo aqui.


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Coordenação motora - a importância da tesoura na educação de infância.





O processo de aquisição da linguagem escrita na criança não se inicia na alfabetização, a criança deve ser estimulada a realizar atividades que envolvam movimentos de mãos e dedos de forma que futuramente ela tenha melhor habilidade para utilizar lápis, canetas, realizar desenhos, entre outros. Segundo Barreto (2000), “O desenvolvimento psicomotor é de suma importância na prevenção de problemas da aprendizagem e na reeducação do tônus, da postura, da lateralidade e do ritmo”.

Fique a saber um pouco mais sobre a importância da utilização da tesoura aqui.


domingo, 30 de outubro de 2016

Se queremos educar crianças fortes, a inteligência emocional é a chave.







A consciência emocional é o melhor veículo para a mudança em nossas vidas. Ou seja, temos que estar conscientes do que nos provoca sentimentos frustrantes, negativos, positivos e agradáveis para encontrar aquelas maneiras de fomentá-los, compreendê-los e controlá-los.

Se privarmos as nossas crianças de um desenvolvimento emocional correto, então obteremos como consequência a incapacidade de compreender e avaliar de maneira correta os seus sentimentos e emoções. Por isso, ensinar as crianças a observar, comunicar e aprender sobre suas emoções é essencial para favorecer o seu desenvolvimento e o êxito completo. Por conta disso, nossa responsabilidade principal nessa etapa é propiciar o desenvolvimento da sua inteligência emocional, a chave da sua força.

Estar consciente das suas emoções ajuda-os a controlar e a regular a sua realidade, abrindo caminho para diversas experiências agradáveis.

Veja o artigo completo aqui.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar.







"As Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar foram homologadas através do Despacho n.º 9180/2016 - Diário da República n.º 137/2016, Série II de 2016-07-19.

Tendo em vista melhorar a qualidade da ação educativa, as Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar, em continuidade com as anteriores, constituem-se a referência para a construção e gestão do currículo na educação pré-escolar.
Embora mantenha os mesmos princípios e fundamentos, considera, no entanto, a evolução social e os mais recentes estudos nacionais e internacionais.
De modo a facilitar a sua utilização por parte dos/as educadores/as de infância, a estrutura global do documento foi reformulada, nomeadamente no que diz respeito às áreas de conteúdo, introduzindo aprendizagens a promover, exemplos práticos e sugestões de reflexão, foi ainda incluído um capítulo sobre a intencionalidade educativa e realçado o ciclo Observar, Planear, Agir, Avaliar. São, também, enfatizados os aspetos relativos ao reconhecimento da criança como sujeito e principal agente da sua aprendizagem, dando-lhe oportunidade de ser escutada e de participar nas decisões relativas ao processo educativo.
Este documento integra os contributos de educadores de infância, que, em diferentes regiões do país, através de ações de formação, tiveram oportunidade de analisar, debater e fazer propostas de alteração, bem como os contributos de professores da formação inicial de educadores de infância e de investigadores e outros especialistas. Integra também os contributos que, após consulta pública, foram considerados pertinentes."

Para mais informação leia aqui e aqui.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Pais tranquilos e despedidas curtas facilitam a entrada na creche e na educação pré-escolar.






"A ansiedade dos pais pode ser o mais difícil de gerir quando se fala na entrada de um bebé no infantário. A adaptação progressiva é uma solução para muitos casais.

Para os pais cujos filhos vão entrar pela primeira vez num infantário, este é um período de muitas dúvidas: será que a criança se vai adaptar bem? Vai alimentar-se? As suas necessidades vão ser satisfeitas? Para aqueles que regressam ao infantário, é tempo de voltar à rotina, depois de um longo período em que se esqueceram de grande parte dos horários e de algumas regras. Em alguns casos, pode fazer sentido aumentar progressivamente o tempo de separação dos pais, dizem os especialistas, mas nunca durante longos períodos. Pais tranquilos e despedidas curtas tornam o processo menos doloroso.

Quando as crianças estão a integrar-se na creche, pode ser importante "ir buscá-las um pouco mais cedo, na primeira semana, mas nas semanas seguintes deve iniciar-se a rotina, tendo o cuidado de dizer à criança que a vai buscar a determinada hora e não se atrasar". Como os mais pequenos não têm noção do tempo, a psicóloga sugere que os pais digam que os vão buscar depois de determinada atividade, ou do lanche, por exemplo. Desta forma, destaca, "já estarão à espera e não haverá tanta ansiedade".

De manhã, cabe aos adultos não prolongar as despedidas. "Nem colocar na educadora a responsabilidade de ser ela a arrancar a criança dos braços dos pais. Deste modo poderão fazer que a relação com a educadora fique comprometida, ou seja, podem transformá-la em má da fita", adverte a psicóloga da área infantil.

Para diminuir a ansiedade, os pais devem pensar naquilo que os preocupa e ter uma atitude proativa, sugere Sandra Belo, da Family Coaching. "Devem refletir sobre aquilo que gostavam de dizer à educadora do filho: se o bebé tem determinado ritual para comer ou dormir, por exemplo. E podem escrever isso num bilhete ou num caderno, que servirá para trocar informações com a creche", propõe a especialista.

Já a entrada direta no pré-escolar exige uma outra preparação. Numa altura em que o conceito de aprendizagem ainda é "distante", Luís Ribeiro, presidente da Associação de Profissionais de Educação de Infância, diz que as crianças "devem perceber que vão para um sítio divertido, onde vão brincar muito com outras crianças". Criar expectativas positivas é muito importante, uma vez que será feito um "corte muito significativo, que deixa a criança insegura". É natural que os pais se sintam angustiados, ressalva, mas têm de perceber que o "salto" é importante para o desenvolvimento."


Veja o artigo aqui.



Competências da criança por idade.




Nunca é cedo demais para começar a ensinar competências essenciais à criança. Estas servirão de guia e suporte para toda a vida, em diferentes vertentes e circunstâncias.
Dotar os filhos de personalidades robustas e equilibradas que lhes permita lidar de modo adequado com os outros, com as dificuldades e insucessos, e com o sucesso, é uma das grandes preocupações dos pais na sua tarefa de educar e formar.
Ao longo da vida, vamos adquirindo novas formas de fazer e de abordar os problemas. Encontramos meios de sobreviver aos desafios impostos por outras pessoas, em diversos meios como o escolar, profissional ou familiar.
A experiência e vivência de situações que, inevitavelmente, não podemos contornar, tornam-nos mais resistentes, resilientes e alerta para a realidade da vida.
Como não estaremos sempre presentes na vida dos nossos filhos, eles precisam de aprender uma série de competências sociais, interpessoais, de comunicação, entre outras, que os irão preparar para viver com maior consciência de si próprios, das suas capacidades e fragilidades e, assim, mais preparados para enfrentar os desafios do dia-a-dia.
Nesta série de artigos, encontra um resumo sobre as principais aquisições que se esperam alcançadas em cada faixa etária.
Veja aqui.

Educação inclusiva vital para todos, incluindo as pessoas com deficiência - especialistas da ONU.






GENEVA (1 September 2016) – Inclusive education is central to achieving high quality education for all learners, including those with disabilities, and for the development of inclusive, peaceful and fair societies, UN human rights experts have said in authoritative new guidelines on the Convention on the Rights of Persons with Disabilities. 

“Millions of persons with disabilities are denied an education, and for many more, education is available only in settings where they are isolated from their peers,” the experts from the Committee on the Rights of the Persons with Disabilities say in the guidelines*, officially termed a General Comment, published today.

Education of persons with disabilities is often poor quality, sets low expectations and limits learners’ opportunities, the Committee notes. By contrast, a truly inclusive learning environment values the contribution and potential of persons with disabilities, and equips them with essential life, language and social skills. 

“The right to inclusive education means transforming culture, policy and practice in all formal and informal educational environments to ensure education is for all learners,” said CRPD Chairperson Maria Soledad Cisternas Reyes.  “Inclusive education is important not only for persons with disabilities but the societies they live in, as it helps to combat discrimination, and to promote diversity and participation.”

The General Comment provides guidance for the 166 States that have ratified the Convention on meeting their obligations under Article 24, under which “States Parties shall ensure an inclusive education system at all levels and life-long learning.”

“Placing students with disabilities in mainstream classes without accompanying structural changes to, for example, organisation, curriculum and teaching and learning strategies, does not constitute inclusion,” the document states.

Rather inclusive education “focuses on the full and effective participation, accessibility, attendance and achievement of all students, especially those who, for different reasons, are excluded or at risk of being marginalized.”

It means the entire education system, whether State-run or private, must be accessible, including buildings, information and communication, education materials, teaching methods, assessment, language and support services, school transport, water and sanitation facilities at schools, school cafeterias and recreational spaces.

“Enabling inclusive education requires an in-depth transformation of education systems in legislation, policy and the way education is financed, administered, designed, taught and monitored. We hope our General Comment will guide and aid States toward achieving this goal,” said Ms. Cisternas Reyes.



10 years of the Convention on the Rights of Persons with Disabilities
This year is the 10th anniversary of the Convention on the Rights of Persons with Disabilities, which was adopted by the UN General Assembly on 13 December 2006 and came into force on 3 May 2008.



Veja o artigo aqui.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Vídeos de Temple Grandin ajudam a entender melhor o pensamento das pessoas com autismo.


"Esta norte-americana, hoje uma jovem senhora com 68 anos, foi diagnosticada com autismo na década de 50. Ao longo de sua fantástica trajetória de vida, Temple Grandin escreveu livros, inspirou filmes e tem figurado como uma importante porta-voz sobre o autismo no mundo."





"Temple Grandin foi capaz de superar as suas dificuldades para tornar-se uma das mais bem sucedidas profissionais no universo das pessoas com características do espectro do autismo nos EUA. Ela não só dedicou parte de sua vida a disseminar informações e novas ideias sobre o autismo, mas também tornou-se PhD em Zootecnia, sendo considerada uma das mais célebres e revolucionárias Zootecnistas no segmento de manejo agropecuário – Temple Grandin implantou novas práticas no manejo do gado, por exemplo, a partir das observações que ela fez sobre o comportamento e a percepção espacial que estes animais têm em relação ao meio que os circunda.
Temple Grandin já foi eleita uma das 100 pessoas mais influentes no mundo, segundo a revista americana Times, e continua em atividade: ela lançou recentemente o livro "O Cérebro Autista" e mantém atualizado um rico e detalhado site (na Língua Inglesa) sobre sua história, suas crenças e suas colaborações para a melhoria na qualidade de vida das pessoas com autismo.
Nos dois vídeos abaixo (legendados na Língua Portuguesa) Temple Grandin oferece um relato emocionante sobre a sua vida e a sua carreira.
Os vídeos ajudam a compreender as diferentes formas de pensamento existentes (e a entender como todas essas formas de pensamento são importantes para a nossa sociedade), além de chamar a atenção de pais, professores e profissionais para a necessidade de aproveitar os interesses e motivações das pessoas com autismo para construir interações e auxiliá-las a desenvolver as suas habilidades e a alcançar todas as suas potencialidades."

Parte 1






Parte 2





Veja o artigo completo aqui.


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Autismo começa antes do nascimento.






"A análise do cérebro de crianças mortas pode ter dado uma importante pista sobre a causa do autismo. Cientistas americanos encontraram padrões anormais de crescimento celular em autistas, e reforçaram as evidências de que o problema começa antes do nascimento, pelo menos em alguns casos.

O estudo, publicado na revista “New England Journal of Medicine”, foi realizado por uma equipa formada por pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, e do Instituto Allen para a Ciência do Cérebro, em Seattle. Eles afirmam que o resultado pode ajudar a melhorar a compreensão do cérebro de autistas, abrindo caminho para a identificação precoce e novas técnicas de tratamento."



Veja o artigo aqui.



sexta-feira, 19 de agosto de 2016

8 coisas que uma criança não deve saber.




"Inteligentes e engraçadas, as crianças pequenas são uma caixinha de surpresas e aprendem e ouvem tudo o que as rodeia mais depressa do que imaginamos. Porém, nem toda essa informação é segura nas suas mãos, porque sabemos que as crianças repetem tudo o que ouvem e isso pode mesmo desencadear problemas para ela e para a sua família. Saiba o que não deve contar a uma criança – a ideia não é esconder, mas antes prevenir.
  1. Números de cartões. Seja o bilhete de identidade, cartão de contribuinte ou de Segurança Social, uma criança não deve saber os números correspondentes a este tipo de cartões. Aliás, nem deve ter acesso aos documentos pessoais dos pais.
  2. Códigos pessoais. O mesmo aplica-se a códigos pessoais relativos a telemóveis, contas bancárias ou de acesso a cofres. Mesmo que tenha escolhido a data de nascimento da criança como o seu código pessoal, este é o tipo de informação que não se dá a uma criança.
  3. Esconderijos domésticos. Todos nós temos locais secretos em casa onde guardamos papéis importantes, chaves suplentes, dinheiro vivo, jóias ou outros objetos de valor – precisamente por serem secretos é que não devemos revelar estas localizações aos mais pequenos. Se a criança der com algum destes locais, mude os objetos imediatamente para outro local.
  4. Armas em casa. Se tem uma arma licenciada em casa – seja por que motivo for – a criança não deve saber nem da sua existência, nem do local onde é guardada. Este é definitivamente o tipo de informação que não quer que a pequenada ande a espalhar pela escola ou outro local público qualquer.
  5. Objetos adultos. Se tiver em casa sex toys, filmes, revistas ou livros eróticos não pense que estes possam estar a salvo de mãos e olhos curiosos só porque estão “escondidos” na mesa-de-cabeceira do quarto do casal. Este tipo de objetos podem gerar confusão na cabeça das crianças mais pequenas e, por isso mesmo, o melhor é estarem guardados numa caixa fechada à chave ou num local ao qual a criança dificilmente tem acesso.
  6. Computador seguro. As crianças adoram mexer em computadores – aliás, gostam de mexer em tudo aquilo que seja dos adultos – e todos sabemos a quantidade de informação que guardamos nos PCs atualmente. Nas mãos de uma criança, é muito fácil que se percam dados importantes, por isso, equipe o computador com uma chave de segurança conhecida apenas por si… assim, evitará também o acesso à Internet sem um adulto estar presente.
  7. Património familiar. É crucial que a criança não saiba quanto “vale” a sua família, uma vez que este tipo de informação pode ser aliciante para raptores ou outras pessoas mal-intencionadas. É muito comum as crianças perguntarem “somos ricos?” e os adultos devem limitar-se a responder: “não, estamos bem” ou então “não temos razão de queixa”.
  8. Horários familiares. Evite delinear todos os detalhes dos horários familiares às crianças, ou seja, se ninguém está em casa durante todo o dia, as crianças não precisam de saber. Horários detalhados são dados que uma criança pode fornecer a outra pessoa sem querer e que podem ser utilizados por assaltantes, por exemplo. O mesmo aplica-se a fins de semana ou férias passadas fora de casa: nunca diga à criança datas e horas de partida ou de chegada."

Veja o artigo aqui.


10 coisas que uma criança deve saber.





"Existem muitas pequenas lições para a vida que os adultos devem fazer questão de ensinar às crianças, mesmo às mais novas. Quanto mais cedo aprenderem o que podem ou devem fazer em determinada situação, melhor. Afinal de contas, a prevenção é o melhor remédio.

  1. Número de emergência. Todas as crianças devem saber e memorizar qual o número de emergência a ligar no caso de se perderem, de uma acidente ou incêndio em casa. No entanto, também lhes deve ser explicado que este número de telefone é para ser utilizado em casos de emergência apenas.
  2. Perdi-me! Ensine às crianças que no caso de se perderem dos pais, não devem abandonar o local onde se encontram, nem devem ir com pessoas estranhas. Se um estranho quiser ajudar, diga às crianças que peçam que a ajuda seja levada até elas, uma vez que foram ensinadas a não sair do lugar em que estão. Caso contrário, devem aguardar o aparecimento dos pais ou de uma autoridade, como a polícia ou um segurança. 
  3. Não falar com estranhos. Explique à pequenada que não têm de falar com estranhos e que isso não é ser mal criado. As crianças devem saber que um adulto não vai perguntar a um miúdo direções ou as horas e que podem perfeitamente responder “não sei” ou “não lhe posso ajudar” em circunstâncias como estas. Para além disso, um estranho acompanhado de crianças não deixa de ser um estranho. Se a pessoa estranha insistir, a criança deve procurar um dos pais ou um adulto conhecido.
  4. No caso de fogo. No caso de se encontrarem numa situação de fogo, ensine à criança um procedimento básico: parar, deitar-se no chão e rebolar no sentido da saída mais próxima. Para casos como estes, também o conhecimento dos números de emergência é extremamente importante.
  5. Não fazer festas a animais desconhecidos. As crianças adoram animais e não têm problema nenhum em fazer festas em todos eles, no entanto, nunca sabemos como é que um animal pode reagir ao toque de um desconhecido, por isso, mais vale não tocar.
  6. Não é não. Quanto mais cedo ensinar às crianças que quando os pais ou outro adulto de confiança diz “não” isso significa mesmo que “não” e que, de facto, não adianta choros ou birras para alterar essa resposta. Dizer que “não” impõe limites e ensina valores valiosos como respeito e paciência.
  7. Objetos estranhos. As crianças são seres curiosos por natureza e tocam em tudo o que puderem para satisfazer essa curiosidade, no entanto, isso nem sempre é uma boa ideia, podendo mesmo ser prejudicial aos mais pequenos. Quando se depararem com objetos estranhos, ensine a pequenada a fazer 3 coisas: não mexer, abandonar o local, informar um adulto de confiança.
  8. Divórcio. Uma separação ou divórcio entre pais vai afetar profundamente qualquer criança e não deve ser um assunto “escondido” da mesma, com receio de a fazer sofrer ainda mais. Embora a criança não precise de saber todos os detalhes da separação, precisa de ser informada sobre o que vai acontecer e porquê. É igualmente importante que a criança saiba que ela não tem absolutamente nada a ver com a decisão dos pais. Saiba que mesmo tentando esconder a situação, a criança irá perceber o ambiente dentro de casa e irá preocupar-se com algo que não percebe, sendo que normalmente deita sempre as culpas para si. 
  9. As suas origens. Quer a criança seja adotada ou não conheça o pai ou a mãe, ela precisa de saber quais são as suas origens e quem foram ou são esses pais que já não se encontram presentes. A mentira e a omissão não são os melhores caminhos nestes casos, mas sim a honestidade, sempre dentro dos limites de compreensão da criança e da sua respetiva idade. 
  10. Dramas familiares. Tal como um divórcio ou separação, também outros dramas familiares precisam de ser adequadamente explicados às crianças e não omitidos. No caso, por exemplo, do desemprego de um dos pais, da contração de uma doença ou de uma morte na família, é necessário informar a criança de uma forma que ela perceba, que não causa pânico ou sentimentos de culpa. A criança irá descobrir mais tarde ou mais cedo, por isso, compensa informá-la desde o primeiro momento."

Veja o artigo aqui.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Desenvolvimento típico de uma criança com 2 anos.





"Ao completar o segundo ano de vida, o bebé passa a ser uma criança que já caminha, corre e fala. A exploração dos limites e regras estabelecidos pelos pais e pelas suas próprias limitações em termos físicos, emocionais e cognitivos vai ocupar grande parte do tempo da criança, que está agora cada vez mais à descoberta do mundo!

Aos 2 anos, as crianças sentem-se muito mais confiantes nas suas capacidades físicas, mas ainda não compreendem bem os seus limites. Algumas serão tímidas e cautelosas, mas a maioria gosta de arriscar e aventura-se. Nesta idade, as crianças adoram correr (muitas vezes na direção oposta do adulto!), baloiçar, subir ou trepar objetos, e brincar com brinquedos que possam empurrar com as mãos ou pés (pois ainda não conseguem usar pedais), pelo que as colisões e quedas são comuns. É importante supervisioná-las e não as deixar correr muito longe ou subir demasiado alto sem as chamar à atenção. Nesta idade, o adulto pode ajudar as crianças a desenvolver as suas capacidades, proporcionando um local seguro para as brincadeiras e consequente aprendizagem."

Leia o artigo completo aqui.