Veja a fonte aqui.
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar.
"As Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar foram homologadas através do Despacho n.º 9180/2016 - Diário da República n.º 137/2016, Série II de 2016-07-19.
Tendo em vista melhorar a qualidade da ação educativa, as Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar, em continuidade com as anteriores, constituem-se a referência para a construção e gestão do currículo na educação pré-escolar.
Embora mantenha os mesmos princípios e fundamentos, considera, no entanto, a evolução social e os mais recentes estudos nacionais e internacionais.
De modo a facilitar a sua utilização por parte dos/as educadores/as de infância, a estrutura global do documento foi reformulada, nomeadamente no que diz respeito às áreas de conteúdo, introduzindo aprendizagens a promover, exemplos práticos e sugestões de reflexão, foi ainda incluído um capítulo sobre a intencionalidade educativa e realçado o ciclo Observar, Planear, Agir, Avaliar. São, também, enfatizados os aspetos relativos ao reconhecimento da criança como sujeito e principal agente da sua aprendizagem, dando-lhe oportunidade de ser escutada e de participar nas decisões relativas ao processo educativo.
Este documento integra os contributos de educadores de infância, que, em diferentes regiões do país, através de ações de formação, tiveram oportunidade de analisar, debater e fazer propostas de alteração, bem como os contributos de professores da formação inicial de educadores de infância e de investigadores e outros especialistas. Integra também os contributos que, após consulta pública, foram considerados pertinentes."
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
Pais tranquilos e despedidas curtas facilitam a entrada na creche e na educação pré-escolar.
"A ansiedade dos pais pode ser o mais difícil de gerir quando se fala na entrada de um bebé no infantário. A adaptação progressiva é uma solução para muitos casais.
Para os pais cujos filhos vão entrar pela primeira vez num infantário, este é um período de muitas dúvidas: será que a criança se vai adaptar bem? Vai alimentar-se? As suas necessidades vão ser satisfeitas? Para aqueles que regressam ao infantário, é tempo de voltar à rotina, depois de um longo período em que se esqueceram de grande parte dos horários e de algumas regras. Em alguns casos, pode fazer sentido aumentar progressivamente o tempo de separação dos pais, dizem os especialistas, mas nunca durante longos períodos. Pais tranquilos e despedidas curtas tornam o processo menos doloroso.
Quando as crianças estão a integrar-se na creche, pode ser importante "ir buscá-las um pouco mais cedo, na primeira semana, mas nas semanas seguintes deve iniciar-se a rotina, tendo o cuidado de dizer à criança que a vai buscar a determinada hora e não se atrasar". Como os mais pequenos não têm noção do tempo, a psicóloga sugere que os pais digam que os vão buscar depois de determinada atividade, ou do lanche, por exemplo. Desta forma, destaca, "já estarão à espera e não haverá tanta ansiedade".
De manhã, cabe aos adultos não prolongar as despedidas. "Nem colocar na educadora a responsabilidade de ser ela a arrancar a criança dos braços dos pais. Deste modo poderão fazer que a relação com a educadora fique comprometida, ou seja, podem transformá-la em má da fita", adverte a psicóloga da área infantil.
Para diminuir a ansiedade, os pais devem pensar naquilo que os preocupa e ter uma atitude proativa, sugere Sandra Belo, da Family Coaching. "Devem refletir sobre aquilo que gostavam de dizer à educadora do filho: se o bebé tem determinado ritual para comer ou dormir, por exemplo. E podem escrever isso num bilhete ou num caderno, que servirá para trocar informações com a creche", propõe a especialista.
Já a entrada direta no pré-escolar exige uma outra preparação. Numa altura em que o conceito de aprendizagem ainda é "distante", Luís Ribeiro, presidente da Associação de Profissionais de Educação de Infância, diz que as crianças "devem perceber que vão para um sítio divertido, onde vão brincar muito com outras crianças". Criar expectativas positivas é muito importante, uma vez que será feito um "corte muito significativo, que deixa a criança insegura". É natural que os pais se sintam angustiados, ressalva, mas têm de perceber que o "salto" é importante para o desenvolvimento."
Competências da criança por idade.
Nunca é cedo demais para começar a ensinar competências essenciais à criança. Estas servirão de guia e suporte para toda a vida, em diferentes vertentes e circunstâncias.
Dotar os filhos de personalidades robustas e equilibradas que lhes permita lidar de modo adequado com os outros, com as dificuldades e insucessos, e com o sucesso, é uma das grandes preocupações dos pais na sua tarefa de educar e formar.
Ao longo da vida, vamos adquirindo novas formas de fazer e de abordar os problemas. Encontramos meios de sobreviver aos desafios impostos por outras pessoas, em diversos meios como o escolar, profissional ou familiar.
A experiência e vivência de situações que, inevitavelmente, não podemos contornar, tornam-nos mais resistentes, resilientes e alerta para a realidade da vida.
Como não estaremos sempre presentes na vida dos nossos filhos, eles precisam de aprender uma série de competências sociais, interpessoais, de comunicação, entre outras, que os irão preparar para viver com maior consciência de si próprios, das suas capacidades e fragilidades e, assim, mais preparados para enfrentar os desafios do dia-a-dia.
Nesta série de artigos, encontra um resumo sobre as principais aquisições que se esperam alcançadas em cada faixa etária.
Veja aqui.
Educação inclusiva vital para todos, incluindo as pessoas com deficiência - especialistas da ONU.
GENEVA (1 September 2016) – Inclusive education is central to achieving high quality education for all learners, including those with disabilities, and for the development of inclusive, peaceful and fair societies, UN human rights experts have said in authoritative new guidelines on the Convention on the Rights of Persons with Disabilities.
“Millions of persons with disabilities are denied an education, and for many more, education is available only in settings where they are isolated from their peers,” the experts from the Committee on the Rights of the Persons with Disabilities say in the guidelines*, officially termed a General Comment, published today.
Education of persons with disabilities is often poor quality, sets low expectations and limits learners’ opportunities, the Committee notes. By contrast, a truly inclusive learning environment values the contribution and potential of persons with disabilities, and equips them with essential life, language and social skills.
“The right to inclusive education means transforming culture, policy and practice in all formal and informal educational environments to ensure education is for all learners,” said CRPD Chairperson Maria Soledad Cisternas Reyes. “Inclusive education is important not only for persons with disabilities but the societies they live in, as it helps to combat discrimination, and to promote diversity and participation.”
The General Comment provides guidance for the 166 States that have ratified the Convention on meeting their obligations under Article 24, under which “States Parties shall ensure an inclusive education system at all levels and life-long learning.”
“Placing students with disabilities in mainstream classes without accompanying structural changes to, for example, organisation, curriculum and teaching and learning strategies, does not constitute inclusion,” the document states.
Rather inclusive education “focuses on the full and effective participation, accessibility, attendance and achievement of all students, especially those who, for different reasons, are excluded or at risk of being marginalized.”
It means the entire education system, whether State-run or private, must be accessible, including buildings, information and communication, education materials, teaching methods, assessment, language and support services, school transport, water and sanitation facilities at schools, school cafeterias and recreational spaces.
“Enabling inclusive education requires an in-depth transformation of education systems in legislation, policy and the way education is financed, administered, designed, taught and monitored. We hope our General Comment will guide and aid States toward achieving this goal,” said Ms. Cisternas Reyes.
10 years of the Convention on the Rights of Persons with Disabilities
This year is the 10th anniversary of the Convention on the Rights of Persons with Disabilities, which was adopted by the UN General Assembly on 13 December 2006 and came into force on 3 May 2008.
Veja o artigo aqui.
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