domingo, 27 de novembro de 2016

Children’s mental health: One of the most pressing issues of our time.




"More than 850,000 children and young people have been diagnosed with mental health problems in the UK, and how many more have had no formal diagnosis but still suffer, often in silence unwilling to share their despair?

Children’s mental health is one of the most pressing issues of our time. We can either acknowledge it and act, or we can let down and betray an entire generation. And that would be unforgivable."


Para mais informação visite aqui.


domingo, 20 de novembro de 2016

SIMPLIFYING CHILDHOOD MAY PROTECT AGAINST MENTAL HEALTH ISSUES.






"We legislate car seats, bike helmets and hover in playgrounds. But protecting mental health is more obscure.

But, sadly, we are messing up. Modern day children are exposed to a constant flood of information which they can’t process or rationalise. They’re growing up faster as we put them into adult roles and increase our expectations of them. So, they look for other aspects of their life they can control."


Leia o artigo aqui.

PLANEAMENTO DE REFEIÇÕES VEGETARIANAS PARA CRIANÇAS EM RESTAURAÇÃO COLETIVA: PRINCÍPIOS BASE.




"O nosso sistema alimentar, em particular, o sistema da restauração coletiva tem adiado a introdução de refeições com mais vegetais e em particular de refeições vegetarianas. Muitas vezes, por recear as dificuldades de gestão ou os eventuais aumentos de custo com este tipo de refeições.
É esta falta de informação que este documento técnico vem preencher. Dando resposta a um dos objetivos do PNPAS, reunimos profissionais de saúde com experiência técnica e de gestão, e lançamos o repto de produzir conhecimento, capaz de ajudar à tomada de decisão, desmistificando a ideia de que comer vegetariano é mais caro e difícil do que produzir refeições convencionais com carne ou peixe. A DGS e o PNPAS promovem um modelo de consumo alimentar tendo por base a Roda dos Alimentos, com a presença maioritária de vegetais como hortícolas, frutos, cereais e leguminosas no dia-a-dia. Neste modelo incluem-se também os ovos, carne e peixe, embora em pequenas quantidades, tal como é apanágio do consumo tradicional do mediterrâneo."
Veja a ligação para o blog "Nutrimento" aqui.
Leia o documento aqui ou abaixo:



sábado, 19 de novembro de 2016

As crianças devem ser ensinadas a pensar...





O desenho faz a criança conhecer os seus próprios sentimentos.






‘Lets face it, keeping children sedentary for most of their waking hours is causing harm.’





"Lets face it, keeping children sedentary for most of their waking hours is causing harm. Think of the percentage of time children are found sitting in chairs doing classwork, homework, and being driven from one activity to the next. When they do have free play, their movement experiences are significantly limited. We say things like, “Get down from there, you are going to get hurt.” And, “Stop spinning, you are going to get dizzy.” We keep children in an upright position for the majority of their day. This does little to stimulate and challenge the senses. Its no wonder our kids are fidgeting like crazy, crying at the drop of a hat and slumping over their desks like rag dolls."

Leia o artigo aqui.


O tempo dos pequenos prisioneiros.



"Nada mais definidor da infância do que o brincar e, no entanto, nada menos preponderante na infância destes dias, escolarizada até ao tutano, compartimentada em atividades sempre organizadas pelo adulto, em casa sujeita ao regime de trabalhos de casa-TV-telemóvel-tablet antes de deitar e, de manhã, começar tudo de novo."

"“Temos uma criança mais centrada nos dedos do que na locomoção, que é corporalmente passiva e sofre de iliteracia motora”, diz Carlos Neto, investigador da Faculdade de Motricidade Humana. A estudar este assunto há duas décadas, não constitui para ele novidade que as crianças de hoje sejam mais frágeis, mais imaturas e menos capazes de se controlar e autorregular. “As crianças são dotadas para brincar, é o seu estado natural. Precisam de ser perseguidas, de perseguir, lutar, correr, esconder-se, inventar. E a sociedade faz um esforço para as ter quietas e em silêncio”, comenta o especialista. Num quadro de quase permanente institucionalização, em que os mais novos passam na escola quase tantas horas diárias quanto um adulto no trabalho — de 27,5 a 30 horas semanais nos 1º e 2º ano do 1º ciclo e até 32,5 horas no 3º e 4º ano —, a configuração do seu tempo livre nesse espaço revela-se determinante. E a escola “ainda trata o recreio como algo avulso ao processo de ensino”, sem perceber que “o tempo para brincar deve ser bem estruturado e encarado como um contributo para se aprender dentro da sala de aula”.

No jardim de infância a situação é semelhante. Em Portugal, de fevereiro a maio — a estação invernal — as crianças passam apenas uma média de 10,8% do seu tempo em espaço exteriores, mais apetecíveis para a brincadeira livre. Este é um dos dados que constam do estudo “Interação Criança-Espaço Exterior em Jardim de Infância”, da autoria de Aida Figueiredo. A professora da Universidade de Aveiro concluiu ainda que, nas creches observadas, os bebés com menos de um ano só saíram ao exterior duas vezes em quatro meses. O estudo serve também para comparar realidades educativas opostas: se na Noruega, por exemplo, são exigidos entre 24,2 e 33 m2 por criança, em Portugal apenas são previstos 4 m2 por criança."

Veja o artigo aqui.