quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

A importância de deixar que as crianças encontrem o seu próprio caminho.


Ensinar às crianças como pensar e não o que pensar, é o que nos ensina este pequeno filme da Pixar.
A autodeterminação é a garantia de que seremos nós próprios os protagonistas das nossas vidas. Poderemos enganar-nos. De facto, é muito provável que o façamos, mas aprenderemos com o erro e seguiremos em frente, enriquecendo o nosso kit de ferramentas para a vida.




LA LUNA - Uma história empolgante.


Mais singelo é impossível: temos um barco com três pessoas. Um senhor de idade, um adulto e uma criança. O começo já dá o tom da história, ainda que algumas belas surpresas estejam guardadas. Tanto o idoso como o adulto usam bonés e a criança recebe o seu primeiro. É sinal de sua iniciação nos negócios dos adultos, mas também é o primeiro motivo de discórdia, já que um acha que o boné tem que ser usado baixo, enquanto o outro, alto.
E assim vai seguindo a bela narrativa, com o menino ora imitando os trejeitos daquele que se presume ser o pai, ora o do pretenso avô. Mas quando um problema surge, e nem os métodos dos dois mais experientes conseguem resolvê-lo, é a inocência e criatividade da criança que irá abrir caminho (ao mesmo tempo em que descobre que o engraçado é usar o boné virado para trás).



A este propósito leia aqui o artigo.


Os melhores livros infantis do ano 2016.


2016 foi rico em histórias bem ilustradas para crianças.







Veja aqui a ligação para a seleção feita pelo Observador.


sábado, 3 de dezembro de 2016

Era uma vez... Um livro para as crianças que não vêem.


A Associação Nacional de Intervenção Precoce lançou o primeiro livro multissensorial. A expectativa é que haja uma segunda edição, mas para isso é preciso financiamento.

"O papel ganha vida e formas. A conversa sai das folhas para as mãos. É assim que o primeiro livro multissensorial consegue dar às crianças com deficiência visual que não saibam ler em braille a oportunidade de conhecer a história que nestas páginas é contada. Chama-se O que vês, o que vejo… e foi lançado no mês passado, pela Associação Nacional de Intervenção Precoce (ANIP). Foi produzido pela editora francesa Les Doigts Qui Rêvent, que trabalha na produção de livros tácteis deste género. Este é o primeiro a chegar a Portugal.




O financiamento para este projeto chegou através do Prémio BPI Capacitar ao qual o Centro de Apoio à Intervenção Precoce na Deficiência Visual, que é uma das estruturas desta associação, se candidatou em 2014. Receberam uma menção honrosa que lhes permitiu criar a Oficina de Literacia Emergente para a Cegueira, onde a associação tinha “um orçamento limitado”, que “nem foi suficiente” para cobrir a produção."



Leia o artigo aqui.