Nenhum bebé acabado de nascer é canhoto, destro ou ambidestro. Só por volta dos quatro anos – em paralelo com a aquisição completa de outras “ferramentas” como a linguagem, ou a motricidade fina, por exemplo – é que o cérebro estabelece qual o lado cuja utilização será preponderante ao longo da vida.
Recentemente, uma equipa de investigadores norte-americanos da Universidade de Harvard determinou que ser destro ou canhoto mostra de que forma estão organizadas e funcionam as estruturas neurológicas das crianças. Ambos os hemisférios cerebrais, o direito e o esquerdo, controlam ações motoras e comportamentais diferentes. E se, nos primeiros anos, não existe um predomínio de um dos hemisférios sobre o outro, à medida que se dá o desenvolvimento global na infância, em cerca de 85 por cento dos casos é o lado esquerdo do cérebro que começa a dominar, o que resulta na utilização da mão direita. Numa fatia de dez por cento das pessoas acontece o inverso, com a consequente utilização da mão esquerda.
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